A Economia Solidária é uma economia mais justa e humana. Trabalhar com Economia Solidária é mudar as relações entre as pessoas, respeitando quem faz, quem consome e o meio ambiente.
Vivemos uma crise no país e no Rio de Janeiro, fruto de um sistema político econômico que é ótimo para 1% da população mas cruel para os outros 99%. Enquanto isso, como forma de resistir, há milhares de pessoas que criam iniciativas com os princípios: democracia, solidariedade, autogestão e respeito.
Para dar visibilidade e fortalecer o movimento da Economia Solidária, o mandato Marielle Franco criou a Frente Parlamentar da Defesa da Economia Solidária.
Uma Economia Solidária é uma economia onde se respeita a escala humana no processo produtivo e o meio ambiente. Ela pode estar em iniciativas de produção, serviços, mercantilização, financiamento e consumo.
Baseada na auto organização das pessoas, que visa a coletividade, não a hierarquia. Quer o sustento, não o lucro.
O objetivo e o seu modo de gerir faz com que tenha uma mudança de comportamento e nas nossas relações.
Ela gera trabalho e renda para aqueles que não tem emprego. Por isso, falar em Economia Solidária é falar em diminuição da desigualdade e promoção inclusão social.
Há diversos tipos de iniciativas de Economia Solidária:
    UNACOP (União das Associações e Cooperativas de Pequenos Produtores Rurais do Estado do Rio de Janeiro);
    Agricultura familiar;
    Justa Trama - Justa Trama - Cadeia Ecológica do Algodão Solidário;
    Pescadores Angra dos Reis e Paraty;
    Produtores orgânicos de Petrópolis, Teresópolis e Friburgo;
    Costureiras e fábricas recuperadas;
    Banco Palmas no Ceará;
    Banco Comunitário Popular de Maricá;
    Grupo Ecosol - Grupo de Pesquisa em Economia Solidária no Complexo do Alemão;
    Viva Vida - costureiras de São João de Meriti.
Fortalecer e apoiar as demandas do movimento de empreendedores da Economia Solidária, dando visibilidade e estimulando a realização de mapeamentos de iniciativas
Estimular a criação de um Centro de Referência da Economia Solidária no Rio. Um lugar físico, para comercialização e formação de produtores e consumidores.
Democratizar o acesso a editais públicos sobre o tema.
Construir uma Política Pública Municipal de efetivação da Economia Solidária., fomentando a participação de mulheres.
Na passagem para a nova gestão da cidade do Rio, a Secretaria Especial de Desenvolvimento Social (SEDES) foi extinta. Com isso, a Economia Solidária passa a ficar ainda com menos peso e mais longe das prioridades da Prefeitura.
Por isso, vamos precisar de muita ajuda para fazer com que a Frente consiga cumprir seus objetivos.
Se inscreva para receber chamados da Frente Parlamentar para defender a Economia Solidária do Rio de Janeiro.

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Eu sou, porque nós somos.
Marielle Franco é mulher, mãe, negra, cria da Maré, defensora dos direitos humanos e socióloga. Está como vereadora do PSOL no Rio. Nosso mandato veio para ser um megafone das vozes das ruas.
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https://www.participe.mariellefranco.com.br/